Alguns pessoas me falaram que meu ultimo post sobre O Diário de Anne Frank ficou um 'pouquinho'...grande demais. É, não posso negar que seja verdade, mas isso só aconteceu devido ao fato de que eu sou meio suspeita para falar sobre a Anne. Digamos que eu sou meio suspeita pra falar da Anne ... amo a Anne. A história de vida dela, os sonhos que tinha e que não conseguiu realizar. Sou uma verdadeira fã da nossa adorável Anne. Então foi meio impossível para mim, fazer um post curto.
Mas agora eu voltei, com outro post sobre a mesma. Mas, juro que dessa vez, será breve e curto. Apenas do livro realmente. E não, como no ultimo post, sobre a vida de Anne Frank ( que foi o que fiz). Por que alias, esse blog é sobre resenhas de livros, e não sobre a bibliografia dos personagens dos mesmos, certo ?
Vamos lá.
O livro conta a história de Anne Frank, uma garota judia em plena 2º Guerra Mundial (1942), que junto aos seus pais e irmã, foge do Holocausto que estava ficando cada vez mais forte em Amsterdam-Holanda e se esconde no ' Anexo Secreto ' com mais 7 pessoas.
Anne leva com ela, seu objeto mais precioso, seu diário ganhado no aniversário de 13 anos. E nele, relata seus dias escondida no Anexo, onde sonha com o fim da guerra, liberdade e justiça.
Os oitos refugiados do terror da Grande Guerra passam 2 longos anos escondidos, com a ajuda de amigos que lhes trazem comida e roupas necessárias para passar o frio de inverno do país. Em 4 de agosto de 1944, o Anexo Secreto é descoberto por gestapos. Todos que estavam no Anexo são levados para campos de concentração na Holanda, Alemanha e Polônia. Em 15 de março de 1945, Anne morre de febre tifóide, devido as péssimas condições dos campos. Apenas o pai de Anne sobrevive até o término da guerra.
Nenhum sonho de Anne foi realizado. Exceto por um; viver após a morte. Anne é sem duvida, um exemplo de vida para pessoas do mundo inteiro.
Anne está viva em cada um de nós.
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